V Club Franco Da Rocha SP
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  • Franco da Rocha tem sua primeira documentação histórica datada em 1627, época em que a coroa portuguesa oferecia sesmarias aos interessados em cultivar a área. Na época, o benefício para que cuidasse dos Campos do Juqueri foi concedido a Amador Bueno. Outras personalidades, como os bandeirantes Anhangüera e Antônio de Barros e a cabocla Susana Dias também obtiveram posses na região.[8]

    Século XIX
    Até o século XIX, a região, que até então pertencia a Santana de Parnaíba, servia de caminho para aqueles que se dirigiam à Minas Gerais. Nesta época, tratava-se de um lugarejo que servia como ponto de alimentação para os tropeiros, que denominariam a região como Parada do Feijão.[carece de fontes]

    Na década de 1850, uma área de 45 km² dos Campos do Juqueri, denominada Fazenda Bethlém, foi comprada pelo barão de Mauá, Irineu Evangelista de Souza, passando a servir de acampamento aos operários que construiriam o túnel que atravessaria a Serra do Botujuru. Após a conclusão das obras, em 1866, a São Paulo Railway, conhecida popularmente como "Inglesa," havia comprado os 45 km² de Irineu Evangelista, incluindo a fazenda Bethlém e Cachoeira.[carece de fontes]

    A estação do Juqueri foi fundada em 1 de fevereiro de 1888, no mesmo ano chegaria o siciliano Filoteo Beneduce, que tinha a intenção de descobrir ouro em grande escala no lugar, conhecido à época como Pedreira, atualmente a Quarta Colônia. Como no local não existia a quantidade esperada, Beneduce resolveu se dedicar à extração de pedras, que eram enviadas para a cidade de São Paulo pela Estrada de Ferro recém-inaugurada, representando assim, a primeira atividade industrial na região

    O desenvolvimento da região prosseguiu em 1895, com a construção de uma colônia de alienados, projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo. Sua construção visava suprir a demanda de pacientes mentais, já que os principais locais, como o Hospital de Alienados, em São Paulo, e a Chácara Ladeira do Tabatinguera, em Sorocaba, que atendiam doentes mentais de todo o estado de São Paulo, já não tinham mais condições de receber pacientes.[carece de fontes]

    O projeto, inicialmente denominado Colônia Agrícola do Juqueri, foi inaugurado em uma área de 150 hectares, com capacidade inicial de 800 leitos, ocupando um terreno à margem da linha férrea, próximo à estação Juqueri. Com o passar dos anos as terras da Quarta Colônia, as fazendas Cresciúma e Velha foram incorporadas ao patrimônio do Hospital. Na Quarta Colônia, aliás, foi instalada a usina elétrica do hospital — hoje Cachoeira Quarta Colônia — que durante anos forneceu energia também para a estação Juqueri e a todo o povoado. Com o falecimento de Frederico Alvarenga, em 1896, o doutor Francisco Franco da Rocha, a serviço do governo do estado, foi designado para administrar o hospital.

    Emancipação e formação municipal
    Em 30 de novembro de 1944, Franco da Rocha foi elevado à categoria de município pelo decreto-lei nº 14334, sendo constituído pelo distrito de Caieiras e pelo distrito-sede de Franco da Rocha.[9]

    Na década de 1950, foi criada a comissão Pró-Melhoria de Caieiras, para colaborar com os sub-prefeitos na execução de obras públicas do distrito de Caieiras. Tal comissão também tinha finalidade de colaborar na emancipação do distrito, para isto, foi elaborado um abaixo assinado endereçado à Assembléia Legislativa solicitando a realização de um plebiscito e a criação de um município denominado Santo Antônio de Caieiras, o que resultou na exoneração do sub-prefeito, cargo ocupado à época por Gino Dártora. Apesar das represálias, o plebiscito foi realizado e 968 pessoas votaram – 40 contra, 1 abstenção, 1 nulo e 926 a favor, resultando na emancipação de Caieiras em 14 de dezembro de 1958.[10][11][12]

    Cinco anos após a primeira perda territorial de Franco da Rocha, o distrito de Francisco Morato também realizaria um plebiscito, vindo a conquistar sua emancipação em 21 de março de 1965

    Viva Franco da Rocha
    #vclub #vivaclub #vivabrasil #collab
    Franco da Rocha tem sua primeira documentação histórica datada em 1627, época em que a coroa portuguesa oferecia sesmarias aos interessados em cultivar a área. Na época, o benefício para que cuidasse dos Campos do Juqueri foi concedido a Amador Bueno. Outras personalidades, como os bandeirantes Anhangüera e Antônio de Barros e a cabocla Susana Dias também obtiveram posses na região.[8] Século XIX Até o século XIX, a região, que até então pertencia a Santana de Parnaíba, servia de caminho para aqueles que se dirigiam à Minas Gerais. Nesta época, tratava-se de um lugarejo que servia como ponto de alimentação para os tropeiros, que denominariam a região como Parada do Feijão.[carece de fontes] Na década de 1850, uma área de 45 km² dos Campos do Juqueri, denominada Fazenda Bethlém, foi comprada pelo barão de Mauá, Irineu Evangelista de Souza, passando a servir de acampamento aos operários que construiriam o túnel que atravessaria a Serra do Botujuru. Após a conclusão das obras, em 1866, a São Paulo Railway, conhecida popularmente como "Inglesa," havia comprado os 45 km² de Irineu Evangelista, incluindo a fazenda Bethlém e Cachoeira.[carece de fontes] A estação do Juqueri foi fundada em 1 de fevereiro de 1888, no mesmo ano chegaria o siciliano Filoteo Beneduce, que tinha a intenção de descobrir ouro em grande escala no lugar, conhecido à época como Pedreira, atualmente a Quarta Colônia. Como no local não existia a quantidade esperada, Beneduce resolveu se dedicar à extração de pedras, que eram enviadas para a cidade de São Paulo pela Estrada de Ferro recém-inaugurada, representando assim, a primeira atividade industrial na região O desenvolvimento da região prosseguiu em 1895, com a construção de uma colônia de alienados, projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo. Sua construção visava suprir a demanda de pacientes mentais, já que os principais locais, como o Hospital de Alienados, em São Paulo, e a Chácara Ladeira do Tabatinguera, em Sorocaba, que atendiam doentes mentais de todo o estado de São Paulo, já não tinham mais condições de receber pacientes.[carece de fontes] O projeto, inicialmente denominado Colônia Agrícola do Juqueri, foi inaugurado em uma área de 150 hectares, com capacidade inicial de 800 leitos, ocupando um terreno à margem da linha férrea, próximo à estação Juqueri. Com o passar dos anos as terras da Quarta Colônia, as fazendas Cresciúma e Velha foram incorporadas ao patrimônio do Hospital. Na Quarta Colônia, aliás, foi instalada a usina elétrica do hospital — hoje Cachoeira Quarta Colônia — que durante anos forneceu energia também para a estação Juqueri e a todo o povoado. Com o falecimento de Frederico Alvarenga, em 1896, o doutor Francisco Franco da Rocha, a serviço do governo do estado, foi designado para administrar o hospital. Emancipação e formação municipal Em 30 de novembro de 1944, Franco da Rocha foi elevado à categoria de município pelo decreto-lei nº 14334, sendo constituído pelo distrito de Caieiras e pelo distrito-sede de Franco da Rocha.[9] Na década de 1950, foi criada a comissão Pró-Melhoria de Caieiras, para colaborar com os sub-prefeitos na execução de obras públicas do distrito de Caieiras. Tal comissão também tinha finalidade de colaborar na emancipação do distrito, para isto, foi elaborado um abaixo assinado endereçado à Assembléia Legislativa solicitando a realização de um plebiscito e a criação de um município denominado Santo Antônio de Caieiras, o que resultou na exoneração do sub-prefeito, cargo ocupado à época por Gino Dártora. Apesar das represálias, o plebiscito foi realizado e 968 pessoas votaram – 40 contra, 1 abstenção, 1 nulo e 926 a favor, resultando na emancipação de Caieiras em 14 de dezembro de 1958.[10][11][12] Cinco anos após a primeira perda territorial de Franco da Rocha, o distrito de Francisco Morato também realizaria um plebiscito, vindo a conquistar sua emancipação em 21 de março de 1965 Viva Franco da Rocha #vclub #vivaclub #vivabrasil #collab
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